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Uma conversa sobre Pensamentos Cognitivos com Sigmund Freud, Melanie klein e Carl Jung

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🌿 Mais um encontro especial na nossa cafeteria! 🌿 Bem-vindo(a) de volta ao lugar onde histórias se encontram, dores são acolhidas e sabedoria é compartilhada — a Cafeteria da Centelha Divina! ☕️💫 No nosso novo episódio, continuamos a nossa jornada pela série Pensamentos Cognitivos — Quando o pensamento e a memória nos sabotam , e trazemos reflexões profundas para você entender como a sua mente funciona, identificar o que te limita e encontrar caminhos para viver com mais leveza, verdade e amor próprio. 💖 🗣️ O QUE VOCÊ VAI ENCONTRAR NESSE EPISÓDIO — SPOILER: Nesta conversa com os grandes mestres da psicologia, mergulhamos em questões que tocam fundo na alma de muitas pessoas: 💠 Narcisismo: não apenas como traço de personalidade, mas como mecanismo de defesa, uma máscara usada para esconder dores profundas e uma fragilidade que não quer ser vista. Entenda como essa dinâmica interfere nas relações e na forma como nos enxergamos. 💠 Dependência emocional: aquela necessidade de esta...

O Dia Nublado e as Vozes que Curam com Melanie Klein, Freud e Jung

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https://www.spreaker.com/episode/episodio-68-o-dia-nublado-e-as-vozes-que-curam-com-melanie-klein-freud-e-jung--71863114   ✨ Preparados? ✨ Neste encontro, vamos entender como os nossos próprios pensamentos e o que guardamos na memória muitas vezes se voltam contra nós, nos afastam da nossa essência e nos impedem de viver com leveza e verdade. Você vai conhecer quatro pessoas que compartilham suas dores enquanto esperam a palestra — sem imaginar que, bem ali ao lado, grandes mestres da psicologia: Freud, Jung e Melanie Klein, ouvem tudo com atenção. Com toda sabedoria, eles trazem o diagnóstico de cada situação e mostram os caminhos para transformar o que parece sem saída. Uma história para refletir, se reconhecer e entender: é possível ressignificar lembranças, mudar o que pensamos e nos libertar da sabotagem. ☕️ Sente-se, tome o seu café e acompanhe com o coração aberto — essa história também é a sua história.  💜“Você não pode mudar o passado, mas pode escolher hoje ser a pr...

A Mulher Magnética e o Poder do Posicionamento

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# Título: A Mulher Magnética   ## Subtítulo: O Poder do Posicionamento através do Olhar dos Grandes Mestres Filósofos   Era uma tarde de primavera iluminada. As folhas e pétalas — em tons de verde, lilás, roxo, azul e amarelo — caíam suavemente sobre a rua, forrando o chão e embelezando o bairro com um ar quase mágico. O frescor da estação parecia preparar o mundo para algo especial. Naquele dia, Aurora Lys decidiu dar-se o prazer de tomar um café. Para ela, esses momentos eram mais que simples pausas: eram rituais de autocuidado, necessários para fortalecer a mente e o coração.   Aurora entrou na cafeteria com sua elegância natural. Não foi ao balcão; caminhou com calma e sentou-se em uma mesa discreta. Sua presença era magnética, impossível de ignorar. O garçom aproximou-se, sentindo que não atendia apenas mais uma cliente, mas alguém que apreciava verdadeiramente o momento.   — Boa tarde, senhora. O cardápio hoje é uma extensão do sol lá fora. ...

🌱 Invalidar dói, validar fortalece o amor-próprio

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🌱 Invalidar dói, validar conecta 1. O acontecido Quantas vezes você, com dor, cansada, chateada com algum acontecimento externo, quis apenas desabafar? Você procurou seu parceiro, sua família ou até um amigo esperando acolhimento. Mas, em vez disso, recebeu frases como: “Todo mundo tem problema” “Isso é você que está dizendo” “Sai da sala pra não agitar” O que era para ser apoio acabou te fazendo sentir ainda pior. 2. O diagnóstico (psicologia científica) Essas respostas são exemplos de invalidação emocional , que se manifesta em diferentes formas: Comparação de dor → minimiza sua experiência. Distorção da fala → faz você duvidar de si mesma. Silenciamento emocional → ensina a calar o que sente. Ignorar idade, corpo e história → desconsidera diferenças reais e necessidades legítimas. 🔎 Impactos: Ambientes assim geram insegurança, ansiedade, bloqueio no aprendizado e silêncio interior. Porque o cérebro não aprende bem onde não se sente seguro. 3. A inte...

Por que soltar dói?

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Por que soltar dói? Soltar dói porque nem sempre a gente solta alguém. Às vezes, a gente solta um futuro que imaginou, uma promessa que nunca foi dita em voz alta, mas foi sentida todos os dias. Dói porque enquanto um já tinha ido, o outro ainda estava ficando. Ainda cuidava, ainda acreditava, ainda tentava entender em vez de desistir. Soltar dói quando o amor não acaba ao mesmo tempo nos dois. Muitas mulheres passam por isso. Muitos homens também. A relação termina por fora, mas continua viva por dentro. E enquanto um segue em frente, o outro permanece fiel àquilo que foi verdadeiro para si. Isso machuca porque não é rejeição simples. É descompasso. É perceber que o vínculo virou apoio emocional para o ego do outro, não mais um encontro real. Mas soltar também dói porque exige maturidade emocional. Exige aceitar que amar não garante permanência. Exige parar de se culpar por ter amado demais e começar a se honrar por ter sido inteira. Soltar dói, mas ficar onde não há reciprocidade dói...

Além da Superfície: Escolhas, Fluxo e a Verdade que Liberta

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🌊 Hoje, às 21h — Fluxo Divino Ontem foi desabafo. Hoje é gratidão. A corrente segue, e a gente também. Vamos conversar sobre escolhas, profundidade e o que sustenta nossos passos quando ninguém está olhando. Se algo te tocou ontem, chega junto. Hoje, o coração está em paz. Glória a Deus. O resto, o fluxo ajeita.

Amor próprio em estado bruto

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  Às vezes, amor próprio não tem cheiro de vela acesa nem cara de descanso perfeito. Às vezes, amor próprio é continuar, mesmo rasgada por dentro. É entrar na cozinha quando o mundo está trovejando por fora e por dentro, abrir a geladeira, desligar, esvaziar, esperar e limpar, como quem diz em silêncio: eu ainda estou aqui. Não é força bonita, não é frase pronta. É presença. Não é romantização da dor, é cuidado em estado bruto. Amor próprio também é lavar o que pesa, tirar o excesso, jogar fora o que não serve mais e sentir a água correr, percebendo que algo em você também se limpa. Mesmo cansada e sem vontade, o corpo sabe o caminho do cuidado antes da mente entender, e quando a casa respira, a alma acompanha. Tem dias em que não dá para se amar inteira. Então a gente se ama em partes, no gesto simples, no fazer possível, no silêncio que organiza por dentro enquanto as mãos organizam por fora. E isso basta. Por hoje, isso é amor próprio.